segunda-feira, maio 07, 2007

I Olimpíadas da História - Final da Inês de Castro

Afim de apurar a equipa representante da Escola Secundária de Inês de Castro para a final das I Olimpíadas de História, realizou-se nessa escola uma disputada qualificação, onde participaram 21 equipas divididas em 4 eliminatórias. Na 1ª Eliminatória venceram "Os Cucos", acertando 8 em 9 das perguntas desta eliminatória.


Os Cucos - vencedores da 1ª Eliminatória

A segunda eliminatória, que decorreu uma hora após o início da anterior, apurou como vencedores "Os Gladiadores", com um "score" final de 8 em 9.
Os Gladiadores - no "round das 10" não deram hipóteses à concorrência

A terceira eliminatória, desde o dia do sorteio era a mais aguardada. "Os Afonsinhos" tinham uma prova dura pela frente e antevia-se um choque de titãs com "Os Históriamaníacos". As equipas responderam afirmativamente ao desafio e foi com um resultado de 9 em 9 que "Os Históriamaníacos" venceram esta eliminatória. "Os Afonsinhos" viriam a beneficiar do facto de serem o melhor dos 2ºs qualificados (8 em 9) para marcarem presença na final.
Os Históriamaníacos - a única equipa que não errou nas eliminatórias.

Os Afonsinhos - com um score igual ao dos vencedores das primeiras eliminatórias foram "repescados" para a final.

A última eliminatória iniciou-se já depois das 12.00, mas não deixou de ser a mais renhida. No final das 9 perguntas, 4 equipas tinham 6 pontos. De acordo com o regulamento da prova foi necessário colocar uma pergunta extra, que foi respondida por todas as equipas por escrito. As "Kamikasis" ao serem a única equipa que respondeu correctamente à pergunta, tornaram-se na única equipa do 8º Ano a chegar à final.

Kamikasis - a única equipa de 8º ano a marcar presença na final. Valentes!!!!



A final decorreu uma semana após as eliminatórias. As 5 equipas teriam agora que responder a 10 perguntas e o grau de dificuldade foi aumentado.

Na final, houve equipas que confirmaram o seu bom desempenho nas eliminatórias e outras que não conseguiram repetir os mesmos resultados.


Pontuações finais das equipas:

Os Cucos - 5 Pontos

Os Gladiadores - 8 Pontos

Os Históriamaníacos - 9 Pontos

As Kamikasis - 8 Pontos

Os Afonsinhos - 6 Pontos


Decorem bem estes nomes e não se esqueçam destas caras, pois são todos grandes vencedores. Estamos certos que a Escola Secundária Inês de Castro estará bem representada na Grande Final das I Olimpíadas da História.

domingo, abril 15, 2007

II Encontro de Primavera

É já na próxima sexta-feira que se realiza na FLUP, o II Encontro de Primavera. Esta iniciativa tem como principal objectivo promover um espaço de debate entre os alunas da licenciatura de História, criando ao mesmo tempo uma oportunidade para estes apresentarem trabalhos científicos desenvolvidos ao longo do percurso académico.
Esta é uma óptima oportunidade para os oradores e deveria ser bem aproveitada pot todos os que fzem parte do meio. Fica o desafio...
O programa está disponível no sítio da faculdade, mas fica já aqui um atalho para o mesmo.

http://sigarra.up.pt/flup/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=1130

A não perder, sexta-feira 20 de Abril de 2007 na sala 306.

sábado, abril 07, 2007

Fui ao Dragão

Caros amigos e eventuais visitantes,
fui ontem, Sexta-Feira Santa, pela primeira vez ver o Porto jogar no "novo" estádio. Já tinha assistido a um jogo no Dragão, a derrota no jogo inaugural do Euro 2004 com a Grécia. Estava assim com um "saldo" de má memória em relação ao estádio.
Ontem, no entanto, foi um dia bem diferente. O nosso Porto enfrentou uma equipa que cedo demonstrou que lhes será muito difícil permanecer entre os principais emblemas do futebol português.
Quem viu o jogo não necessida de comentários e quem não viu pode ainda ver os resumos e ler os diários desportivos. Assim, limito-me a fornecer apenas algumas fotos do evento.
Finalmente, dizer que o jogo de ontem foi o primeiro que conta agora para o meu "saldo do Dragão", portanto se alguém perguntar, o meu saldo é 1-0 (um jogo/uma vitória).















Vista geral antes do início do jogo, para os menos familiarizados, o meu lugar era na bancada Sapo/ADSL.















Os heróis entram em campo. As formigas da esquerda são os Campeões Nacionais. Facto que os Super Dragões não deixam passar em claro. Campeões Allez, Campeões Allez!!!




A equipa de apoio, da esquerda para a direita, o Blogger (sem comentários), o Rui Braga (o "patrocionador oficial" desta visita ao Dragão), o Paulo Soares (ex-craque do Coimbrões) e o Alexandre Ventura (um "irmão" de curos que degenerou para a cultura material, leia-se um licenciado em História, variante de Arqueologia da FLUP).

quinta-feira, março 29, 2007

Barack Obama

Caros amigos,

venho por este meio divulgar um sítio interessante para quem gosta de política. Refiro-me ao sítio do Senador Barack Obama, que é um candidato às presidênciais de 2008 nos EUA.
http://www.barackobama.com/

O Senador Obama, representa o estado do Illinois e é considerado como um sério candidato a ser o primeiro presidente afro-americano nos EUA.
O Senador Obama é ainda o autor do famoso (nos EUA) livro "Audacity of Hope".
Este político americano foi contra a intervenção dos EU no Iraque desde a primeira hora e tem um plano fundamentado para a retirada das forças militares.
Aconselho vivamente uma visita demorada pelo sítio da campanha e espero que assim possam alargar os vossos horizontes e que não entrem na propaganda Hilary Clinton, como sendo a única "salvadora" da era Bush.

quinta-feira, dezembro 21, 2006

A Man for All Seasons by Hugo Alves

Este é o último artigo desta série, se os anteriores eram claramente identificados com questões económicas, este foi submetido numa cadeira de inglês, é portanto uma abordagem muito pessoal a uma obra.

While reading the book A Man for All Seasons, I realized that the events related in the book took place a few centuries ago, but that some things continue the same in our day. For example, Sir Robert More was a great model of all goodness that we find in a person, but he was surrounded by evil and wrong doing.
A few experiences in particular caught my attention. The first was when Roper asked More to marry his daughter and More refused, claiming differences in religion. Second, More’s servant Steward was receiving bribes from More’s “friends,” in exchange for some private information. A third instance and perhaps the most important was when More could save himself from death by just pronouncing some words.
As I mentioned in the previous paragraph, one of the experiences that I like the most in this book took place when Roper, a friend of Sir Thomas More, asks to marry his daughter. As we found from reading the passage, Roper is a Lutheran, and of course, More is a strong Catholic. The conflict starts right here. Sir Thomas More totally rejects the idea of seeing his daughter marrying outside the Catholic Church. Now, this sounds really familiar to me. As a member of The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints, and mainly after I came to Idaho and now Utah, I have been really exposed to this concept or idea. Many Latter-day Saint parents do not agree and many times do not support, the idea of having their kids marrying someone outside their church. Understanding that this is a very sensitive concept, it is hard for me to take a position and say that I agree with More or the LDS parents or not. I do understand that life and marriage are already too complicated, so if religion will not unite the couple, things tend to be even harder. With this point of view, I believe and strongly agree that marriage should always stay in the bonds of the same religion. What I can’t accept however, is parents forbidding their kids to marry the one they love. Once a son or daughter decides whom they will marry, the parents should always support them, especially if the only question is religion.
But the book is not only about marriage or religion. Bribes and corruption also occurred in the book. The best passage that describes this is when More’s servant, Steward received some coins in exchange for some information regarding his master, information that in reality was only half true. Steward only tells what the person wants to hear. Steward says, “I could have told him any number of things about Sir Thomas…But that’s what he wanted to know”(p. 42). Later in the book, when Sir Thomas More is having financial struggles, his servant ends up leaving to go to work in another house. Personally, I was really surprised to see that happen. I had the idea that the British servants were really loyal to their masters. But once again, most people in this story reflect only negative values.
Fortunately, Sir Thomas More was a great example of positive virtues, such us righteousness, loyalty and honesty. But most of all More was a sincere man. In a conversation with King, Henry VIII, More is recognized by the king for his sincerity (p. 55). And how sincere was this man? When being on trial for treason, More was given many opportunities to agree with the king’s new changes in religion, but he never did. While in jail, the persecutors sent More’s family to change his mind, but he never did. It come to a point that the persecutors told him just to say that he agreed with the king, even if in his heart and mind he didn’t. But he never did, and he was decapitated.
I never heard of Sir Thomas More experiences until I read this book. I’m well pleased with the example and values that I learned from his life. His life teaches us that we should always stand for what we believe. We can for certain learn much from a person like Sir Thomas More. Sir Thomas More shows us how honesty is important in a person lives. More teach us that dignity is far more important than money and social position. In other words, society needs more “Mores.”