sexta-feira, maio 18, 2007

Uma verdade incoveniente

Li entre os dias de ontem e o de hoje, o já muito badalado livro do ex-vice Al Gore, Uma verdade inconveniente, publicado entre nós pela Esfera do Caos. O livro tem 325 páginas, mas é muito leve e agradável de ler. Tem ainda a seu favor o facto de usar mais o poder da imagem do que o da palavra.
Não sendo um especialista, bem longe disso, fiquei no entanto bastante perturbado pelas questões que foram levantadas e o meu sentido humano fez com que este post fosse escrito.
Deixo uma lista de links interessantes para quem quiser saber mais sobre o assunto, sendo que aconselho a leitura do livro afim de que possam fazer um juízo crítico em primeira mão.

www.weathervane.rff.org
www.environet.policy.net
www.climateark.org
www.gcrio.org
www.ucsusa.org/global_warming

Estes são apenas alguns dos muitos sítios que podem ajudar a saber mais acerca do assunto.

6 comentários:

Gonçalo Maia Marques disse...

Meus Caros Amigos

Um tema muito importante para o futuro do planeta, sem qualquer dúvida. Ainda não tive oportunidade de ler a obra, no entanto, como é sempre importante analisar os factos em contexto e perceber certas movimentações do ponto de vista político, chamo a atenção para este artigo, que desmonta algumas inverdades:

http://resistir.info/climatologia/verdade_incomoda.html

O artigo é da autoria de um Sociólogo com formação específica e um reputado ambientalista (um defensor do meio ambiente e não alguém que se "ambienta" a um dado contexto). Um grande abraço a todos

GONÇALO MAIA MARQUES

Maria Manuel disse...

Olá Luís, eu aconselho a verem o filme feito sobre o livro e que também se chama "Uma verdade inconveniente". As preocupações com o ambiente devem também fazer parte da nossa vida; é preciso reflectir e ver que o futuro da Terra é um assunto que a todos diz respeito.
Beijinhos.

Alves dos Reis disse...

Muito bem senhor Gonçalo é importante dar o outro lado da questão, mas este sociólogo e reputado ambientalista, parece-me mais preocupado com os aspectos políticos do que com as questões do ambiente em si. Esta é uma táctica muito antiga e utilizada por todos aqueles que querem lançar fumo e deslocar a atenção das pessoas para outros assuntos.
Ele pergunta inclusive qual o carro que Jesus conduziria hoje? Fez-me lembrar que alguns fariseus para depreciar a mensagem de Jesus diziam, "não é este o filho de um carpinteiro?". Como se o facto de ser proveniente das camadas mais baixas da sociedade torna-se por si só a mensagem falsa.
Só porque o sr. Al Gore cometeu erros, e provavelmente continua a cometer, em relação ao ambiente tudo o que ele disser passa a ser mentira?
O facto de ele e outros lucrarem com esta mensagem, faz com que a mensagem seja falsa?
Concordo que temos a obrigação moral de dar a conhecer os contextos e todos os factos que conhecemos em relação a um determinado assunto, mas não me parece ser muito justo, desvalorizar a mensagem só porque não confiamos no portador.
Realmente também senti uma grande falta das notas de rodapé no livro, mas existe uma lista extensa em que são mencionados por nome 48 cientistas galardoados com o prémio Nobel da Química, Física e Medicina(p. 269).
Conforme já referi, não sou um especialista, mas creio que em caso de dúvida mais vale prevenir do que remediar. Se não nos é possível mudar tudo, mudemos o que podermos na nossa escala.
Cara Néné, estou certo de que a mensagem do filme deve ser tão pertubadora como o livro, assim que tiver oportunidade faço intensões de o ver também.

Gonçalo Maia Marques disse...

Meu Caro Luís
Caros Amigos

Quando tiver lido o livro poderei ter uma conversa mais alongada e detalhada convosco sobre esta matéria, mas agradeço as vossas achegas. Chamo a atenção para os 175 mil euros (por meia hora de conferência) que o Sr. Gore, aparentemente bem na vida, certamente em nome do meio ambiente e de causas humanitárias, ganha em cada prelecção. Já me esquecia também que, neste país, nunca há dinheiro para publicar investigação científica fundamental na área das Ciências Sociais, mas há dinheiro para, passem-me a expressão (e perdoem-me o popularismo), pagar a estes "Srs. Drs." Bananas para cá virem falar meia hora ... Esta verba que indiquei é referenciada pelo jornal "Público", um diário de referência e insuspeito politicamente. Obrigado por este debate

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1285064&idCanal=undefined

GONÇALO MAIA MARQUES

Alves dos Reis disse...

De facto é uma soma exagerada para meia hora de trabalho, bem se podia gastar esse dinheiro em outras causas. No entanto, uma vez mais, estaríamos a desviar o debate da verdadeira questão, que é o ambiente. Estaremos de facto em tão grande risco como o que é apontado no livro? As afirmações de certos indivíduos, que dizem abertamente que o ser humano não tem qualquer impacto no ambiente, parecem-me de facto discursos encomendados.
Alarmistas ou laxistas, não haverá também aqui, um meio termo de concenso?

Anónimo disse...

O FILME ME AJUDOU A PASSAR POR QUE ELE MOSTRA SOBRE O DESASTRE AMBIENTAL,A FORÇA DO MEIO AMBIENTE ÉUMA FORÇA SUPER EXTRAORDINARIA PORISO QUE NOS TEMOS QUE COMEÇAR AJUDAR O AMBIENTE A NATUREZA PEDE SOS